quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Escola Estadual de Ensino Médio Professor Jacintho Silva

Tudo começou quando surgiu certa preocupação dos imigrantes em dar educação escolar par seus filhos. Devido a isso, no ano de 1932, no povoado ainda conhecido como Monte Vêneto foi criado o 1º Grupo Escolar. Nesta época não havia professores no local, então foi necessário o deslocamento de professores da capital, Porto Alegre.
No ano de 1941 foi inaugurado o prédio do Grupo Escolar onde estudavam algumas turmas de alunos. Alguns anos se passaram, e no dia 25 de julho de 1955 o Grupo Escolar recebeu a denominação de Grupo Escolar Jacintho Silva, em homenagem ao Professor que lecionou nas localidades de Veranópolis e Fagundes Varela. Mas, devido ao decreto de reorganização no ano de 1977, passou a se chamar Escola Estadual de 1º Grau Professor Jacintho Silva, atendendo alunos do jardim a 4ª série num prédio cedido pela fábrica de Joias Guindani, e em prédio próprio as turmas de 5ª a 8ª série.
A partir de 1984, a escola passou a oferecer estudos de 2º grau aos jovens cotiporanenses, passando a denominar-se Escola Estadual de 1º e 2º Graus Professor Jacintho Silva.
No ano de 1987, a Escola recebeu um módulo de alvenaria situado na Rua Cypriano Guindani. E em 1996, por causa do grande número de estudantes foi construído mais um módulo, constituído de cozinha, refeitório e laboratório de ciências.
Em 03 de janeiro de 1997, ocorreu um episódio triste no histórico da escola, um incêndio destruiu o prédio do Grupo Escolar, este que propiciou ensino público por mais de 56 anos muitos cotiporanenses.   
Com a perda do prédio do grupo escolar, em março de 1999, iniciou-se a ampliação da escola com mais quatro salas de aula.
A partir do ano de 2000, a escola passou a se chamar Escola Estadual de Ensino Médio Professor Jacintho Silva.
No ano de 2001 através do orçamento participativo estadual, foi inaugurado o Ginásio de Esportes, com o intuito de facilitar as aulas de educação física e proporcionar um espaço para realização de eventos. Além disso, a escola conquistou um Laboratório de Informática.    
Em 2002, começou a ser oferecido a Ensino para Jovens e Adultos (EJA), com turmas de Ensino Fundamental e Médio.
Para melhorias da segurança, no ano de 2006, a escola conseguiu colocar cercas em toda área escolar.
Atualmente a Escola Esstadual de Ensino Médio Professor Jacintho Silva, oferece Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Ao longo do tempo, a Escola teve vários diretores:
·         José Mauro, 01 de setembro de 1934 a 16 de março de 1937.
·         Célia Petersen, 17 de março de 1937 a 06 de abril de 1938.
·         Suely Farina, 07 de abril de 1938 a 31 de agosto de 1938.
·         Carolina Carvalho, 01 de setembro de 1938 a 22 de fevereiro de 1939.
·         Leda Soares de Abreu, 23 de março de 1939 a 18 de março de 1944.
·         Gilda de Carvalho Meira, 19 de março de 1944 a 01 de dezembro de 1945.
·         Alaides Glória Monteiro, 07 de março de 1946 a 04 de setembro de 1946.
·         José Mauro, 04 de setembro de 1946 a 25 de setembro de 1946.
·         Lídia Dedavid, 26 de setembro de 1946 a 09 de março de 1946.
·         Clementina Scarton, 23 de março de 1956 a 09 de maio de 1956.
·         Lourdes Cogo Zanette, 11 de maio de 1956 a 12 de março de 1961.
·         Nilza Viega Achutti, 13 de março de 1961 a 14 de setembro 1962.
·         Avani Scarton, 15 de setembro de 1962 a 26 de março de 1966.
·         Lucia Sylvia Paganin, 01 de abril de 1966 a 01 de março de 1985.
·         Nolva Sartoretto Paludo, 02 de março de 1985 a 09 de janeiro de 1986.
·         Arlete Josephina Scarton, 10 de janeiro de 1986 a 14 de dezembro de 1988.
·         Diva Taffarel Cendron, 15 de dezembro de 1988 a 14 de dezembro de 1991.
·         Ambrósio Giacomini, 15 de dezembro de 1991 a 28 de fevereiro de 1993.
·         Marinês Bressiani Breda, 01 de março de 1993 a 11 de setembro de 1995.
·         Ivete Maria Marson Meneguzzo, 12 de setembro de 1995 a 29 de dezembro 1995.
·         Ambrósio Giacomini, 30 de dezembro de 1995 a 29 de dezembro de 1997.
·         Adriana Titon Balotin, 30 de dezembro de 1997 a 30 de dezembro de 2001.
·         Ambrósio Giacomini, 31 de dezembro de 2001 a 30 de dezembro de 2003.
·         Irene Roncato Scussel, 31 de dezembro de 2003 a 29 de dezembro de 2006.
·         Eloi Tomazi, 30 de dezembro de 2006 até os dias atuais.
Alunas integrantes do Projeto, juntamente com o diretor da escola, Eloi Tomazi
Fonte: Acervo da escola.

Escola Municipal de Ensino Fundamental Caminhos do Saber

A história da educação ofertada pela rede municipal de ensino do município de Cotiporã inicia-se a partir da década de 1940, com a criação de escolas multisseriadas, as quais estavam instaladas no interior do município e atendiam alunos residentes na zona rural e urbana.
Até dezembro de 2003, o município atendia os alunos da zona rural em suas próprias comunidades e, contava, portanto, com vinte e duas escolas multisseriadas. Em 2004 essas escolas foram nucleadas dando origem a um educandário chamado de Escola Municipal de Ensino Fundamental Caminhos do Saber, cujo nome foi escolhido por meio de um concurso. O vencedor do nome da escola foi o senhor Everaldo João Moretto.
Iniciava-se neste ano a história da Escola Municipal de Ensino Fundamental Caminhos do Saber, que por não ter prédio próprio atendeu seus alunos em prédio cedido pela empresa de Jóias Guindani, na Rua Padre Eugênio Miecnikevski.
A Escola Municipal começou a funcionar com turmas de 1ª à 4ª séries do Ensino Fundamental nos turnos da manhã e tarde. Para atender a esses alunos a escola contava com a Direção da professora Fernanda Maria Wearich Belitzki, oito professoras e o auxílio de duas funcionárias.
Em 12 de maio de 2005 foi inaugurado o atual prédio da Escola Municipal, durante a administração do Prefeito Constante David Bianchi. O novo estabelecimento de ensino contava neste ano com a direção da professora Cleunice Baggio De Marco.
A escola atende alunos provenientes da área urbana e rural, de origem migrante, procedentes de outras cidades e estados que vieram para cá a fim de trabalhar com seus familiares na agropecuária, comércio e indústrias do município.
Atualmente a Escola Municipal oferece ensino fundamental de Séries Iniciais e Finais contemplando alunos do 1º ano à 8ª série. O educandário dispõe de um grupo docente composto por 26 professores, secretária, monitora, nutricionista, psicopedagoga, merendeira, duas auxiliares de limpeza e uma equipe diretiva composta pela diretora Maritana do Carmo Giordani Titton, vice-diretoras Fabiane Brunoni e Lilian Zechin, e coordenadoras pedagógicas, Sandra Guidolin e Aline Moreschi Vivan.


Alunas integrantes do projeto, juntamente com a Diretora, Maritana do Carmo Giordani Titton
Fonte: Acervo da escola.

Escola Municipal de Educação Infantil Amor e Carinho

Escola Municipal de Educação Infantil Amor e Carinho

Em 24 de março de 1988, nas dependências da LBA (Legião Brasileira de Assistência), foi realizada uma reunião com a direção da Creche e os pais das crianças que iriam frequentar esta unidade escolar. Na oportunidade foram sugeridos vários nomes para esta instituição, mas o mais votado foi Creche Municipal Amor e Carinho.
No dia 14 de abril de 1988, foi criada e denominada Creche Municipal Amor e Carinho, situada na Rua Silveira Martins, 63, assinado pelo Prefeito Municipal Eraldo José Fellini.
Em 24 de julho de 2002, o Conselho Estadual de Educação denomina e autoriza o funcionamento da Escola Municipal de Educação Infantil Amor e Carinho, onde são atendidas crianças da faixa etária de 18 meses a 6 anos.
Hoje esta unidade escolar, está situada na Rua José Zanette, no Município de Cotiporã.
A Escola de Educação Amor e Carinho possui um amplo espaço físico, composto de dois prédios com várias salas de aula, refeitório, dormitório, cozinha, banheiros, sala de reuniões, secretária e sala de recreação. Na parte externa ao prédio existe um parque infantil e espaço para atividades de lazer.
Composta ainda de uma área coberta (pavilhão), com a finalidade da realização de atividades físicas, recreativas e culturais.
A escola atende hoje crianças a partir de 18 meses aos três anos de idade filhos de pais com atividades fora do lar em turno integral e crianças de 4 e 5 anos na pré-escola, somente no  turno tarde.
Os recursos humanos que compõem o quadro de funcionários da escola é formado por Direção, Vice-direção, Coordenação Pedagógica, Professoras, Auxiliar de Educação Infantil, Auxiliar de serviços gerais e Merendeira.
As crianças possuem acompanhamento de Psicóloga, Nutricionista e Psicopedagoga.
A Escola oferece às crianças do turno integral quatro refeições diárias e para as demais crianças que permanecem apenas em um turno duas refeições.
Todo o material didático e pedagógico necessário para desenvolver as atividades é fornecido para as crianças pelo Município, bem como o transporte escolar para as crianças moram em locais mais afastados da escola.
A Escola Municipal de Educação Infantil Amor e Carinho visa manter um espaço de inclusão, crescimento e respeito às diferenças, preocupada com uma pedagogia fundamentada na ética, na dignidade e na própria autonomia do educando.
A Escola tem como lema: “Educar com Amor e Carinho a Todos”.
Alunas integrantes do projeto, juntamente com a Diretora da escola, Nadia Farias de Marco
Fonte: Acervo da escola.

Correio

20 de junho de 1912
Sr. Luiz da Silveira, responsável pelos Correios no Rio Grande do Sul, assina ofício nº440 nomeando Sr. André Tonial como primeiro Agente Postal de Monte Venêto.
26 de junho de 1912
Chega a Monte Venêto ofício nº 481, com termo de posse do Sr. André Tonial e a designação do Hotel Tonial, como local de prestação dos serviços de Correio.
Na época, o serviço consistia em captar e entregar correspondências, as quais eram transportadas em malotes no lombo de cavalos pelo estafeta Sr. Colombo Fellini até a localidade de Alfredo Chaves, hoje no município de Veranópolis.
30 de setembro de 1929
Com a morte Sr. André Tonial, os Supervisores Gerais dos Correios realizam inventário, concluindo excelência no serviço prestado. Sendo assim, conforme ofício nº 826 assinado por Sr. Oscar Leyrand, responsável pelos correios do Rio Grande do Sul, a Viúva, Sra. Thereza Fellini Tonial recebe nomeação de Agente de Correios dando continuidade aos serviços e sendo auxiliada pela neta Iria Valentina Dall’Ago.
Sr. Osório Fellini assumo de estafeta, substituindo o pai no trabalho, árduo e diário, superando todo tipo de intempéries, até o momento em que o Sr. Leopoldo Bósio compra o primeiro ônibus para transporte de passageiros de Cotiporã, e assim passa a transportar as malas postais.
1936
Continuando o trabalho dos avós Iria Valentina Dall’Ago casa-se com Sr. Leopoldo Bósio, e passou a ser a responsável pelos correios, transferindo a agência para sua residência, e contando com ajuda do ex-estafeta Sr. Osório Fellini até o casamento do mesmo, que passa a residir em outra da cidade passando seu trabalho de auxiliar para a Sra. Roseli Bósio Scarton.
23 de março de 1970
Os serviços de correios telégrafos passam a ser de responsabilidade da subprefeitura de Cotiporã na gestão subprefeito Sr. Victorino Angelo Dal Molin, sendo autorizado pelo Sr. Nadyr Mario Pelegrino Peruffo, então Prefeito Municipal de Veranópolis.
1974
Toma posse como Prefeito de Veranópolis, o Sr. Lirio Soares, que nomeia a Sra. Adelina Ozana Grando Zanette, esposa do sub-prefeito de Cotiporã, Sr. Paolo Doilio Zanette, para prestar os serviços de Correios. Assim, o posto passou para a casa do sub-prefeito, na Rua Angelo Paganin, 130.
1978 à 1982
O posto de correios situou-se na Rua 10 de novembro, 35, anexo ao Bar de Antonio e Aricela Scarton, sendo o filho do casal, Valter Scarton, responsável pela prestação dos serviços, atendendo também aos domingos pela manhã, quando as pessoas se dirigiam à sede para participar da missa e retirar correspondência no posto de Correios.
1982
Com a emancipação de Cotiporã, o posto de correios ficou de responsabilidade da Prefeitura Municipal, instalada na Praça Maurício Cardoso, 58, com atendimento prestado pelo Sr. Valter Scarton.
Com a transferência da prefeitura Municipal, para a Rua Bento Golçalves, 44, o posto acompanhou o deslocamento, e os serviços passaram a ser prestados pela servidora municipal Sra. Marta Zanette.
17 de maio 1985
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT, cria agências próprias em todos os municípios brasileitos. Em 1985, através da OSP 087/85, o Diretor Regional do Rio Grande do Sul, Sr. Luciano Seixas Neves, criou a Agência de Correios e Telégrafos de Cotiporã.
A agência própria passou para Av. Independência, 478, casa de propriedade da família Fellini sendo nomeado o Sr. Eluir Davanzo, natural de Nova Prata, para responder pela unidade.
10 de março de 1987
Após concurso público, o Sr. Gilmar José Marson assume a Agência de Correios de Cotiporã, e o antigo servidor é transferido para Nova Prata, sua cidade natal.
2012
A agência de Correios encontra-se na Rua Silveira Martins, 11, com equipe formada por: Gilmar José Marson, Vanderléia Longaretti Scussel, Janete Loreni Bettio.

Aluna Integrante do Projeto, juntamente com a funcionária Vanderléia Longaretti Scussel

Aluna integrante do Pojeto, juntamente com o funcionário Gilmar José Marson

Fonte: O material para pesquisa fora disponibilizado pela funcionária, Vanderléia Longaretti Scussel

Rádio Estação 10

Tudo começou em meados de 2000, onde o Sr. Hélio Pasqualotto estava pensando no que faltava para o município, assim, teve a ideia de ter uma rádio em Cotiporã.
Desde ai começou ir à busca do seu sonho, foram quatro anos indo atrás das papeladas, da documentação de Brasília, da criação do CNPJ, da aprovação no Ministério das Comunicações, na Câmara dos Deputados Federais e no Congresso.
Em 2009, foi divulgado no Diário Oficial da União, faltando ser aprovado apenas pela Anatel.
Foram anos de coragem, de busca e determinação, e no ano de 2010, o sonho se tornou realidade, indo ao ar pela primeira vez no dia 17 de fevereiro de 2010. 
Não existindo nenhum profissional ligado à área da comunicação, a realização deste projeto foi um sucesso, devido à força de vontade e as experiências adquiridas ao longo do tempo. Atualmente tem como diretor o Sr. Hélio Pasqualotto, como presidente Sra. Viviane Gobbi e vice-presidente Sr. Valdir Zalamena.
A Associação Difusão Cultural Amigos de Cotiporã, mais conhecida como Rádio Estação 10, é ouvida através da frequência 87.5 FM, tendo interação com todo tipo de público, com mensagens para aniversariantes, pedido de músicas de todos os gêneros, e possui programação toda a semana:
·         Nas terças-feiras, programação da Paróquia Nossa Senhora da Saúde, com o pároco Vitor Citolin.
·         Nas quartas-feiras, programação com o Professor José Borsói sobre comportamento humano, com piadas e adivinhas.
·         Nas quintas-feiras, programação com dicas de saúde realizada pelos profissionais da saúde que trabalham no município.
·         Nas sextas-feiras, programa italiano (dialeto) com o Sr. Ambrósio Giacomini. E programação ligada à agricultura, com os funcionários do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cotiporã.
·         Nos sábados, entrevistas com a administração municipal informando a população sobre eventos e obras que estão sendo realizadas.
A rádio tem como objetivo beneficiar principalmente o povo cotiporanense deixando-o informado das coisas que acontecem em seu redor.

Alunas integrantes do projeto, juntamente com o proprietário da Rádio, Hélio Pasqualotto
Fonte: O material para pesquisa fora disponibilizado pelo proprietário da rádio, Hélio Pasqualotto 

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Clube Juvenil

O início do clube foi formado com a finalidade de jogar futebol na data de 22 de setembro de 1944, onde realizavam-se jogos nos fins de semana num campo de futebol de propriedade do Sr. Martim Bergamin. Este campo foi construído por um grupo de jovens, no mesmo local onde hoje está localizada a fábrica Rondosul.
Com o crescimento e entrada de mais associados, solteiros e casados, o mesmo partiu para a área social, tendo como sede o prédio dos irmãos, Anselmo Paludo, Leonel Paludo e Serafim Paludo, onde eram realizados bailes, carnavais, festas juninas e outros eventos. Por vários anos o clube teve como sede este local, hoje atual restaurante Lira e Padaria.
O futebol e as festas sociais eram intensas, com o passar do tempo surgiram problemas tanto no prédio social e esportivo, onde os proprietários não renovaram os contratos. Para sede esportiva foi adquirida uma área de terra, e construído o  campo. Para a sede social foi mudado a parte superior do antigo moinho dos chineses, hoje atual Santa Clara.
Na parte social ocorreram novas mudanças, fora feito um acordo com o Padre, na época Sr. Marcelino Risson, para que o clube se transferisse para o salão Paroquial da Mitra, ficando até o ano de 1979. Com a necessidade de ter sua sede própria, o clube iniciou a construção da mesma. Na época o presidente do clube Sr. Ramom Dall Ago e sua diretoria fizeram um movimento para reativar a construção iniciada e parada a algum tempo, limpando a área já construída. Mas os recursos necessários seriam muitos e impediu a retomada das obras.
No ano seguinte assumiu como presidente Sr. Euclides Breda. Realizadas várias reuniões, o conselho e assembleias com todos associados, decidiram erguer a nova sede social. Com muita dedicação do Sr. Euclides Breda,juntamente com diretoria, associados, povo de Cotiporã e até pessoas de outros municípios, o objetivo foi realizado e o prédio da sede social foi finalizado, tendo sua localização no mesmo lugar até hoje.
Desta data em diante o clube promoveu muitas atividades sociais como bailes, jantares dançantes, sons para a juventude, casamentos, festas de confraternizações de empresas, aniversários em geral, palestras e outros eventos importantes de nosso município.

Aluna Integrante do projeto, juntamente com o atual presidente do Clube Juvenil, o Senhor Ramom Dall Ago
Fonte: O material para pesquisa fora disponibilizado pelo atual presidente do Clube Juvenil, o Senhor Ramom Dall Ago

Museu Histórico Municipal

Cotiporã possui um dos museus mais completos dos imigrantes italianos. O acervo é riquíssimo. O povo orgulha-se muito da origem de sua cultura, de sua simplicidade e de seu modo de viver.
          A instalação do museu fez parte das comemorações e realizações entregues à população, quando o município comemorava o décimo ano da emancipação política. Fez uso da palavra a professora Arlete Scarton que de forma resumida colocou o que é, e o que representa o museu para a comunidade no que se refere a cultura e a história de um povo.




Aluna Integrante do Projeto, juntamente com a Senhora Dulce Lemos Tres
      Objetivos
1. Regatar documentos de valor museológicos que possuam representatividade no processo histórico vivido pela comunidade.
2. Organizar e catalogar os acervos recolhidos, seguindo as normas da Museologia.
3. Criar condições de guarda e conservação dos acervos resgatados, reproduzindo-os, na medida do possível, para manuseio e utilização.
4. Criar um sistema de meios de busca que propicie o acesso às informações, de maneira rápida e eficaz.
5. Organizar um espaço de exposição permanente permitindo aos visitantes a vivência de momentos agradáveis de cultura e lazer.
6. Reafirmar e identidade do Município de Cotiporã, reiterando o invólucro processual passado-presente.
7. Contribuir para a divulgação do Município, aliando seu nome a uma realidade cultural de cunho social.
8. Propiciar a pesquisa aos estudiosos de diferentes áreas do conhecimento humano.
9. Estreitar as relações poder público-comunidade, através da socialização da história resgatada.
10. Possibilitar à comunidade o sentir-se da história que, no presente, eles tecem.
11. Reestruturar a catalogação de peças do acervo existente, seguindo as normas estabelecidas pela ciência da Museologia.
12. Criar uma Reserva Técnica possibilitando a rotatividade do acervo de Exposição Permanente e a produção de mostras temporárias e itinerantes.
13. Criar um recanto de Exposições Temporárias, dinamizando o espaço museológico e permitindo uma constante comunicação Museu-Comunidade.
14. Direcionar projetos envolvendo as redes municipal, estadual e particular de ensino com o objetivo de desenvolver sistemáticas de educação patrimonial.
15. Organizar mostras Itinerantes divulgando o acervo.

Fonte: O material para pesquisa fora disponibilizado pela Dulce Lemos Tres, que cuida do museu.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Livraria Central Cotiporanense Ltda.

Em janeiro de 1991, o sócio e proprietário Orfeu Renato Merlo juntamente com Madalena Bergamin, fundaram a Bergamin & Merlo Ltda. Visto que na época era uma necessidade para a cidade, por não ter nenhum comércio ligado à venda de materiais escolares e de escritório. A empresa foi instalada no porão da residência de Alice Guindani, localizada na Praça Maurício Cardoso, onde lá ficou até 2010.
Em 1996, Fabrício Orfeu Merlo assume o posto de Madalena, tornando-se sócio da empresa junto com seu pai, substituindo a razão social atual para a Livraria Central Cotiporanense Ltda. Nessa época não era fácil se manter no mercado, Cotiporã havia poucos habitantes (ainda têm) e trabalhar apenas com materiais não era suficiente. Para aumentar as vendas e os lucros a Livraria precisou abraçar outros serviços, como vendas de livros (que também não deu certo), representação dos Jornais Pioneiro e Zero Hora com venda e distribuição para os assinantes, revistaria, bazar e vídeo locadora. Em seguida, adquiriu-se também, máquinas para encadernação, copiadoras e serviços de fax.
Em 2003, Isaac Orfeu Merlo, filho mais novo de Orfeu, entra como novo membro sócio da empresa. Mais tarde em 2010, Fabrício deixa a sociedade para o irmão e o pai e fora trabalhar em outro ramo, fora da cidade. Nessa mesma época, foi adquirido uma sala comercial, com espaço físico maior e a loja foi transferida de endereço, para a Rua 10 de Novembro, onde foi possível agregar mais serviços, destaque para as cópias e impressões coloridas e monocromáticas em grande escala, entre outros produtos para atender a necessidade da população.
Hoje, após duas décadas a serviço da população, a Livraria Central também atende algumas empresas do município e região com serviços de design gráfico e de planejamento, através de seu sócio Isaac com formação profissional na área de comunicação. O importante é não desistir, diante de tantas dificuldades, o que prevalece é a coragem e a seriedade de trabalhar favorecendo a população crescendo junto dela.

Alunas integrantes do projeto, juntamente com os proprietários Orfeu Renato Merlo e Isaac Orfeu Merlo


Fonte: O material para pesquisa fora disponibilizado pelo proprietário Orfeu Renato Merlo.

Clube de Mães

O Clube de Mães Monte Vêneto, foi fundado em 19 de dezembro de 1979, é uma associação com sede na Rua José Zanette, nº 128, e foro na cidade de Veranópolis – RS, tem duração indeterminada, sem fins lucrativos, composta de número ilimitado de sócias idôneas.
São finalidades do Clube de Mãe Monte Vêneto:
ü  Capacitar a mulher para exercer suas funções básicas de esposa, mãe, dona de casa e cidadã;
ü  Proporcionar crescimento e desenvolvimento às suas associadas através de um programa de formação com conhecimento especifica para esse fim;
ü  Promover a convivência e sociabilidade às suas associadas, através de troca de experiências e aquisição de novos conhecimentos;
ü  Despertar em suas associadas à consciência de responsabilidade social, cooperando com o poder público e demais entidades comunitárias, sem que o movimento seja de caráter politico, religioso ou sectário;
Para atingir suas finalidades, o Clube de Mães Monte Vêneto proporciona às associadas atividades cívicas, recreativas, culturais, sociais e assistências, tais como cursos, palestras, seminários, encontros, festas em geral, campanhas, etc. Bem como poderá recorrer aos órgãos competentes e entidades especializadas que lhes proporcionem meios e recursos para tais objetivos, firmando com eles acordos, convênios, etc.
Poderão pertencer ao Clube de Mães todas as pessoas físicas do sexo feminino, maiores, sem distinção a raça, crença religiosa, profissão, nível social ou cultural, desde que desejem colaborar com o mesmo e aceitem o presente estatuto.

Aluna integrante do projeto, juntamente com a Presidente do Clube de Mães, Maria Breda

Cendron Indústria de Esquadrias

A Cendron Esquadrias é uma empresa familiar fundada em outubro de 1973, por Albino Cendron Sobrinho. No começo possuía como mão-de-obra principal a família e poucos funcionários. Fundamentada no trabalho e na honestidade para com os seus clientes, fornecedores e comunidade, a Cendron se expandiu gradativamente ampliando e melhorando suas instalações. Em dezembro de 1999 inaugurou a nova sede com mais de 5000m² de área construída e estruturas modernas, localizada as margens da rodovia RS359, no município de Cotiporã.
Consolidada como uma das maiores e melhores fabricantes de esquadrias do Brasil, utiliza matérias-primas de alto padrão e qualidade, aonde trabalha com diversos tipos de madeira da linha luxo, como o louro-freijó, cedro, ipê, itaúba, entre outras. Todas essas espécies de madeiras passam por um período de secagem ao tempo, o que garante uma adaptação muito melhor as variações climáticas, evitando assim risco de empenamento e rachaduras com mais eficiência, do que o sistema de secagem forçada em estufas.
Além de ter todo um processo desenvolvido atrelado a qualidade, a Cendron Esquadrias conta também com equipes próprias capacitadas na montagem e instalação de seus produtos, para assim garantir um perfeito acabamento das esquadrias. Com o intuito de obter o perfeito funcionamento e acabamento, utiliza uma espuma de poliuretano como elemento de fixação que também funciona como vedação e isolamento. A Cendron oferece como um diferencial 5 anos de garantia sobre seus produtos, prestando um acompanhamento e assistência técnica necessária a seus clientes, atestando assim um compromisso com os mesmos.
Ter credibilidade é essencial para qualquer empresa, e esse é um atributo que a Cendron acredita ter. Além de estar a mais de 40 anos no mercado, uma de suas estratégias é a busca de uma maior diversificação em produtos. Para isso vem investindo fortemente em projetos voltados a modernidade. Desta forma, trabalha para manter o caráter de qualidade que sempre fez da Cendron uma opção para os clientes que buscam a garantia de um bom produto.


Missão: “Agregar valores positivos entre seus colaboradores, fornecedores e parceiros, para assim fornecer a melhor esquadria, com a mais alta qualidade, durabilidade e segurança a todos os seus clientes.”
Visão: “Ser uma empresa de atuação e de reconhecimento, aonde atenda a necessidade de cada cliente com eficiência, agilidade e qualidade, contribuindo para o crescimento de todos.”

Valores: “Tradição, humildade, eficiência, qualidade, respeito.”

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Rondosul Indústria de Esquadrias e Transportes Ltda


O sonho de constituir uma indústria modelo em Cotiporã começou a ser idealizado em 10 de outubro de 1988 com a instalação no antigo prédio do frigorífico Sul Americana. Com esse sonho nasce uma pequena indústria de esquadrias sob-medida artesanal empregando essencialmente a mão-de-obra local. Iniciando as atividades com equipamentos usados, pouco conhecidos no ramo, mas com muita garra e determinação, a empresa, que produzia esquadrias residenciais, em pouco tempo atingiu o mercado de edifícios de alto padrão.
Desde sua fundação, a empresa busca melhorar seus produtos, desenvolvendo acessórios funcionais, adquirindo máquinas e equipamentos novos nacionais e importados, além de construir um pavilhão industrial amplo e moderno, que garante um ambiente de trabalho seguro e agradável.
Buscando constantemente a modernização e tecnologias de ponta para seus produtos e equipamentos, a empresa participa de feiras no Brasil e no exterior, além de promover intercâmbio com indústrias, proporcionando o benchmarking. Hoje, a Rondosul se destaca no setor da construção civil como parceira dos melhores comerciantes do estado, produzindo em série com moderno e inovador design.
O objetivo principal foi alcançado: a Rondosul ampliou significativamente os quadros funcionais, criando uma empresa modelo e destacando o nome de Cotiporã no cenário nacional.
Hoje competem no mercado de esquadrias com a vantagem da qualidade dos seus produtos e com preços compatíveis no mercado.
Possuindo uma política comercial diferenciada estabelece uma linha de apoio aos lojistas e clientes, tanto no processo de vendas como na assistência técnica onde, hoje, com a qualidade obtida, essa assistência técnica é atendida com presteza e agilidade.
Compartilham a satisfação de objetivos e sonhos realizados, bem como também a ambição de crescer sempre de forma respeitosa com a natureza, comunidade e principalmente, com seus colaboradores e parceiros.



Visão: Ser o melhor fabricante de esquadrias em série do sul do país.
Missão: Desenvolver produtos e serviços com qualidade superior, mantendo um parque fabril tecnologicamente atualizado, pessoal qualificado, parcerias com clientes e fornecedores, oportunizando resultados a todas as partes interessadas.
Princípios: Ética comercial; Responsabilidade social; Agilidade de entrega; Lucro, como forma de sobrevivência.

Aluna integrante do Projeto, juntamente com a sócia administradora da empresa, Carmen Titton Trevisan

Fonte: O material para pesquisa fora disponibilizado pela sócia administradora da empresa, Carmen Titton Trevisan.

Empresa “Rapadura da Serra Gaúcha”

Em 2008, com o intuito de aperfeiçoar a receita dos avós, iniciou-se a Empresa “Rapadura da Serra Gaúcha”. Os doces eram feitos na própria casa, pela família. Após distribuírem para amigos e vizinhos e os mesmos começarem a pedir mais, foi registrada a Empresa e lançada a rapadura nos mercados da região.
Participam de feiras como a ExpoBento, Expointer e Feira Brasil Rural Contemporâneo, no Rio de Janeiro.
A matéria prima é toda selecionada e o trabalho é feito artesanalmente, com ingredientes da região, ou vindos de outros estados.
No ano de 2011, passaram para as novas instalações, nas proximidades da RS 359, Km 14. Sendo esta a atual sede da “Rapadura da Serra Gaúcha”, no município de Cotiporã.

Empresa

Alunas integrantes do projeto, juntamente com o filho do proprietário da empresa, César Zinda
Fonte: O material para pesquisa fora disponibilizado pelo filho do proprietário da empresa, César Zinda.